quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Mercedes lança extrapesado Actros 2655 6×4


A Mercedes-Benz acaba de lançar o caminhão para quem precisa vencer longas distâncias em menor tempo, sem abrir mão do conforto e da produtividade. É o Actros 2655 6×4, equipado com motor de 551 cv de potência. O veículo é ideal para tranportadores que operam com bitrenzão (9 eixos) ou rodotrem (9 eixos) e PBTC (Peso Bruto Total Combinado) de 74 toneladas e que desejam alta potência para alcançar velocidades médias mais elevadas e reduzir o tempo das viagens em operações em que a rapidez da entrega seja fator preponderante.
O trem de força do Actros 2655 6×4 foi otimizado tendo em mente a topografia e as condições das estradas brasileiras. O motor Mercedes-Benz OM 502 LA com 8 cilindros em V gera 551 cv de potência e 2.600 Nm de torque.


O câmbio PowerShift2 G 330 de 12 velocidades, totalmente automatizado, proporciona eficiência e rápidas respostas aos comandos do motorista. Os eixos traseiros são os robustos Mercedes-Benz HL7 com redução nos cubos e relação de redução 4,14.
Para completar, o chassi do Actros 2655 6×4 é equipado com suspensão a ar e freio a disco, além da confortável cabina leito teto alto, suspensão pneumática de 4 pontos e ar condicionado.
Bom de asfalto e feito para a estrada, o Actros 2655 6×4 também é uma ótima opção no que diz respeito a segurança e desempenho, tudo para alavancar a produtividade de sua frota.
Para ver a ficha técnica do caminhão, CLIQUE AQUI.
Fonte: Blog Mercedes-Benz

Gaúcho é líder na venda de caminhões em New Jersey


A possibilidade da aprovação de uma reforma ampla nas leis de imigração é esperada com ansiedade por milhões de pessoas nos Estados Unidos, entre elas inúmeros brasileiros. Caso seja aprovada pelo Congresso, a nova legislação beneficiará os estrangeiros indocumentados que, como consequência da regularização do status migratório, poderão obter a carteira de motorista. O gaúcho Luiz Pinheiro, especialista na venda de caminhões em Nova Jersey, está entre os profissionais que torcem para que os imigrantes “saiam das sombras” e conquistem o sonho americano. Representante de vendas da Arrow Trucks, localizada na cidade de Elizabeth (NJ), ele possui em seu currículo dezenas de prêmios pelo volume de negócios fechados e a qualidade no atendimento aos seus clientes. Ao longo dos anos, inúmeros ex-clientes de Luiz tornaram-se seus amigos e indicaram o vendedor brasileiro para outros amigos na compra do primeiro caminhão.
“Eu acho que esta lei nova de imigração dará muita oportunidade aos que se legalizarem, pois a América sempre foi e ainda é a terra das oportunidades, ou seja, com esforço e perseverança não há meta impossível”, disse Luiz. “Uma das oportunidades lucrativas disponíveis e que não exigem muito investimento é a profissão de caminhoneiro”.
“Basta tirar a carteira de motorista comercial classe A e trabalhar como motorista para uma companhia e ser dono de seu próprio caminhão. No mercado norte-americano, ser caminhoneiro e uma profissão importantíssima, pois tudo aquilo que você veste, come e toca uma vez ou outra já esteve dentro de um caminhão sendo transportado. Há falta de caminhoneiros no mercado e isso e devido à legalidade dos profissionais. A economia tem melhorado muito e quanto melhor a economia o pais começa a gastar mais, consequentemente, mais coisas são vendidas e mais cargas para serem entregues”, detalhou Pinheiro, também conhecido como “Brazuka”.
Depois de adquirir a carteira comercial de motorista, a pessoa aplica nas companhias de transporte e, após passarem os testes de drogas e comprovarem estarem legais para dirigir no país, podem trabalhar como motorista contratado ou como dono de seu próprio caminhão (owner operator). Para comprar um caminhão é relativamente fácil, geralmente, os bancos comerciais pedem um investimento de 20% a 30% de entrada, dependendo do credito. Quanto melhor o crédito, menor a porcentagem de entrada exigida. O investimento pode ter um retorno rápido, pois um caminhoneiro pode ganhar entre US$ 1.500 a US$ 7 mil semanais, dependendo se o trabalho é local, regional ou longa distancia. Portanto, quando comprar um caminhão, o caminhoneiro tem que adquirir um veículo que seja versátil para fazer todos os tipos de transporte, ou seja, local, regional e longa distância. Dependendo do trabalho, pode ser adquirido um caminhão “cegonha sem cama” (daycab) para viagens locais e para viagens regionais ou longa distância o ideal seria um caminhão com 1 ou 2 camas para trabalho individual ou com outro motorista, explicou Pinheiro.
“Eu trabalho com a Arrow Truck Sales há 13 anos e tenho ajudado muitos caminhoneiros e suas famílias, não somente brasileiros, mas de todos os cantos da terra a começarem o sonho americano de ser dono de seu próprio negócio. Muitas delas começaram com um e hoje possuem vários caminhões comprados comigo para as suas frotas. Para mim é uma felicidade e um senso de satisfação em ajudar as pessoas a progredirem, melhorarem suas vidas e pôr o pão na mesa de suas famílias”, disse Luiz.
“Oramos e pedimos ao Grande Criador que o governo passe esta lei para que muitos tenham a oportunidade de progredir neste país que é tão abençoado por Deus. Juntos, nós trabalharemos para um futuro repleto de sucesso na realização do nosso sonho americano”, concluiu.
Fonte: Brazilian Voice Newspaper

Auto Sueco São Paulo planeja ampliar em 25% sua rede de concessionárias em 2013


A Auto Sueco São Paulo, comemora o início positivo registrado pelos negócios em 2013 e já prevê números otimistas para o ano. Em janeiro, o setor de caminhões já deu sinais de recuperação e a concessionária da Volvo teve um crescimento de 41,7% no volume de negócios, na comparação com o mesmo mês do ano passado. A perspectiva da empresa é obter um crescimento de 20% no volume de negócios, na comparação com 2012.
Para Fernando Ferreira, diretor comercial de vendas e pós-vendas da Auto Sueco São Paulo, os investimentos em infraestrutura de logística anunciados pelo governo no ano passado estimularam o mercado, que deve atingir novos picos em 2013. “A proximidade da Copa do Mundo e as Olimpíadas e o pacote de investimentos em infraestrutura serão grandes incentivos para o crescimento deste mercado”, afirma o executivo.
O segmento de ônibus também apresenta perspectivas positivas para esse ano, principalmente com os diversos projetos e obras de mobilidade urbana, como os BRTs (Bus Rapid Transit), que certamente demandarão o aumento e a modernização das frotas de ônibus. “O cenário é muito positivo para nós, já que trabalhamos com a revenda de ônibus articulados e biarticulados, necessários a esta expansão”, completa Ferreira.
A Auto Sueco São Paulo dará sequência ao plano de investimentos até 2015 e tem o objetivo de ampliar em 25% a rede de concessionárias no estado de São Paulo esse ano.
Fonte: Auto Sueco

Agrale inicia o ano em segundo lugar no licenciamento de chassis de ônibus


A Agrale iniciou o ano de 2013 em segundo lugar na produção brasileira de chassis para ônibus. Segundo os dados divulgados recentemente pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a empresa licenciou, em janeiro, 635 unidades, o que representa 29,3% de participação de mercado.
Um dos pontos de destaque no desempenho registrado é o crescimento de 80,4% em relação ao mesmo período de 2012 quando foram licenciadas 352 unidades. Essa segunda posição no mercado é mais relevante ainda porque a fabricante atua apenas nos segmentos de chassis para micro e midibus, que não são os de maior volume. Outro fator a ser observado é que o mercado brasileiro de chassis caiu 16,5% neste primeiro mês de 2013.
Há 15 anos a Agrale lidera o mercado de chassis leves, além de, tradicionalmente, ocupar a terceira posição no mercado geral de chassis de ônibus, mas somente este ano, com o início de comercialização do Agrale MA 17.0, é que a empresa vai ingressar no segmento de chassis de 17 toneladas de PBT do mercado brasileiro, o de maior volume de vendas. Isso deverá permitir que a empresa tenha uma presença ainda mais destacada e reforce sua posição como uma das principais marcas do mercado nacional.
A Agrale possui uma gama diversificada de chassis de 8 a 17 toneladas de PBT. A família oferece as opções de motor traseiro, piso baixo, suspensão pneumática e transmissão automática, e é composta por diversos modelos, com diversas opções de entre-eixos, que atendem à demanda existente no mercado por veículos mais versáteis, robustos, econômicos e compactos, sobretudo nos segmentos urbano e de fretamento.
Fonte: Agrale

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Volvo apresenta o FH Final Edition na Europa


Para homenagear o lendário Volvo FH, a Volvo Trucks apresenta agora o FH Final Edition. Este caminhão é limitado e oferecido exclusivamente como um trator 4×2 com uma vasta gama de inovações no campo da segurança, economia de combustível e conforto. O caminhão vem com novo serviço da Volvo, o Fuel Advice, que pode reduzir o consumo de combustível em até 5%.
O Volvo FH Final Edition está equipado com uma caixa de câmbio automática I-Shift e motor D13. A edição final tem três diferentes níveis de acabamento opcionais: Segurança, Luxo, e FuelSave, que podem ser adquiridas separadamente ou combinadas.
Fuel Advice
Para reduzir ainda mais o consumo de combustível, o Volvo FH Final Edition vem com subscrição de um ano para novo serviço da Volvo, o Fuel Advice. Este serviço oferece ao cliente com um treinador pessoal que reduz o consumo de combustível em 5% permanentemente. “Reduzir o consumo de combustível é simples, mas é difícil baixar o consumo permanentemente. A orientação freqüente e profissional pode torná-lo possível”, explica Jan Fijnaut, diretor comercial da Volvo Trucks Holanda.
Fonte: Transport Online

Irizar investe R$ 140 milhões em nova fábrica em Botucatu


A Irizar, encarroçadora de ônibus com fábrica em Botucatu, SP, investirá R$ 140 milhões na construção de uma nova unidade industrial, localizada a três quilômetros da atual, no mesmo município. O projeto já está pronto e a terraplanagem deve começar neste abril.
Axier Etxezarreta, diretor-geral, afirmou que a previsão para término da primeira fase das obras é o último trimestre de 2014. “Até lá a área construída chegará a 30 mil metros quadrados, mas não vamos parar por aí. Quando todas as fases estiverem prontas a fábrica chegará a 85 mil metros quadrados.” A área total do terreno ocupa cerca de 250 mil metros quadrados e foi cedida pela prefeitura de Botucatu.
Nas contas de Etxezarreta, a nova unidade em construção ampliará a produção em mais de 1,5 mil unidades já na conclusão da primeira fase, em 2015. “Teremos capacidade para até 7 unidades/dia e ao final do projeto para até 14 unidades/dia.” A fábrica atual tem 27 mil metros quadrados de área construída e em 2012 saíram de suas linhas 712 unidades. Para este ano o executivo prevê ampliação de 24% desse volume e um faturamento 15% superior aos R$ 200 milhões de 2012
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Os modelos produzidos na nova unidade serão, inicialmente, Century, i6 e PB, os mesmos já montados na fábrica atual. Mas o executivo explica que qualquer dos produtos desenvolvidos e já fabricados pela matriz espanhola poderão ser produzidos aqui também.
Com a nova capacidade a maior aposta da Irizar é crescer em participação nas vendas ao mercado interno. Atualmente 60% das carroçarias produzidas no Brasil são destinadas às exportações: Chile, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul são os principais mercados.
Fonte: AutoData

Renault lança série especial do Premium Estrada

A Renault Trucks lançou na Europa a série especial ‘Truck Racing 2013’ do trator Premium Estrada 4×2 (ou 6×2 para o mercado britânico), que assinala a conquista de mais um Campeonato Europeu de Caminhões pela equipe MKR Technology.

O Renault Premium Truck Racing 2013 é proposto com motor DXi11 de 460 cv e caixa de velocidades automatizada Optidriver+. Exteriormente, a cabine está decorada com o número 1, enquanto os espelhos retrovisores estão pintados na cor da carroceria. A grade dianteira apresenta uma cor preta e contornos em vermelho, para proporcionar um maior dinamismo. No habitáculo destaque para os bancos em cinza, com aplicações do logotipo ‘Renault Trucks’ e volante vermelho em couro.


Por debaixo da cabine encontra-se o DXi 11, que apesar de não desenvolver os 1001 cv da versão de competição, cerca de 80% dos componentes são de série, como obriga o regulamento da Federação Internacional do Automóvel.
Segundo a marca francesa, “com a nova versão da série especial, a Renault Trucks faz com que os seus clientes possam compartilhar o orgulho e o prestígio dos títulos e das vitórias do fabricante na competição ao mesmo tempo em que põe à sua disposição uma ferramenta de trabalho confiável e rentável”.
Fonte: Transportes em Revista

Renovar a frota de caminhões é essencial


Preocupado com a idade da frota de caminhões no Brasil, o presidente da CNT, senador Clésio Andrade, reafirma a necessidade de renovação de veículos velhos e obsoletos que comprometem a infraestrutura rodoviária. Segundo o senador, a idade dos veículos tem uma relação direta com o desenvolvimento econômico do país. Uma frota antiga traz problemas relacionados à segurança, à mobilidade, às operações, ao meio ambiente e à economia.
A CNT, desde 2007, trabalha no desenvolvimento de ações relacionadas ao transporte sustentável. O RenovAr – Plano Nacional de Renovação de Frota de Caminhões, lançado em 2009, é mais um desses mecanismos.
O programa tem como objetivo reduzir a idade média dos veículos que operam no transporte de cargas no país. Segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), quase 400 mil caminhões têm idade superior a 20 anos de uso. A idade média da frota nacional é de 16 anos.
O RenovAr prevê que, a partir de uma faixa de idade pré-estabelecida, o transportador entregue seu caminhão antigo aos centros de reciclagem e em troca receba um bônus para ser usado na compra de um caminhão novo ou de idade inferior ao antigo.
“A implantação de um programa de renovação de frota de caminhões no Brasil traz inúmeros benefícios, não só ambientais, como também econômicos e sociais, uma vez que retira de circulação veículos que já não têm mais condições de operação”, afirma o presidente da CNT.
A partir dessa entrega, os centros de reciclagem trabalham no reaproveitamento dos materiais e no descarte correto dos demais componentes. Podem ser reciclados, por exemplo, aço, pneu, bateria, óleo e vidro.
De uma forma geral, ao governo caberia instituir políticas de acesso ao crédito e de estimulo às ações dos agentes privados, capitaneando essa iniciativa. Exemplo disso seria a facilitação para a implantação e a regulamentação dos postos de reciclagem de veículos. Quanto aos transportadores e a indústria de reciclagem, o papel seria basicamente o de aproveitar esses incentivos para investir na substituição de veículos antigos e no desenvolvimento de processos eficientes de reciclagem.
Atualmente, há um cenário favorável para a implantação de programas como esse no Brasil devido à promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, com bases em responsabilidade compartilhada e acordos setoriais e à elaboração, no âmbito da Política Nacional de Mudança do Clima, do Plano Setorial do Transporte.
Programas de Renovação de Frota
Com isso, duas iniciativas bastante semelhantes do RenovAr já estão sendo desenvolvidas pelos governos dos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Lançado na semana passada, o Programa de Incentivo à Renovação, Modernização e Sustentabilidade da Frota de Caminhões do Estado do Rio de Janeiro espera reduzir a idade média da frota de 17,1 para 12 anos até 2017.
Para alcançar a meta, o governo deve estimular, via incentivos fiscais, a destruição de 39 mil caminhões. Com a entrega do caminhão antigo, o proprietário recebe um certificado que permite a compra de um veículo novo com isenção de ICMS.
Em São Paulo, o Programa de Incentivo à Renovação da Frota de Caminhões, implantado pela Desenvolve SP (Agência de Desenvolvimento do Governo do Estado), permite que os transportadores financiem integralmente a compra de novos veículos sem cobrança de juros (para quem pagar as prestações em dia), em até oito anos.
O programa piloto está sendo oferecido inicialmente aos transportadores que operam na região portuária de Santos, onde a idade média dos caminhões é superior ao restante do país. Para ter acesso ao crédito, o transportador deve entregar o veículo antigo a um centro de reciclagem licenciado pela CETESB (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental).​
Fonte: Agência CNT de Notícias

Volvo apresenta novo sistema de direção dinâmica de caminhões


A Volvo, uma das fabricantes que mais investem em sistemas de segurança, acaba de apresentar mais uma inovação tecnológica para caminhões. Conhecida como Direção Dinâmica da Volvo (Volvo Dynamic Steering), a tecnologia combina uma direção hidráulica convencional com um motor elétrico controlado eletronicamente e acoplado ao eixo de direção. O resultado é uma direção precisa que proporciona ao motorista um ambiente mais seguro e confortável.
“Esta tecnologia patenteada beneficia o motorista de caminhão em todas as condições operacionais. Na estrada, o sistema oferece estabilidade direcional imbatível. Em velocidades baixas, até mesmo um caminhão carregado é tão fácil de dirigir que você pode guiá-lo com um dedo”, declara Claes Nilsson, presidente da Volvo Caminhões.
“A tarefa do motor elétrico é entregar sensibilidade perfeita de direção para cada momento. Os sensores do sistema influenciam o motorista a querer dirigir em linha reta e, automaticamente, garantem que nenhuma interferência da superfície da estrada desestabilize o volante”, explica Gustav Neander, gerente de projeto do novo sistema. O executivo diz que os motoristas de caminhão que já testaram o sistema ficaram muito impressionados com a novidade.
“Quase quatro em cada dez motoristas queixam-se de dores nas costas, pescoço, ombros ou braços a cada semana. Nosso sistema de direção melhorada oferece uma experiência de condução mais relaxada que deve neutralizar esse tipo de problema no ambiente de trabalho”, finaliza Neander.
Veja como funciona o novo sistema:

Fonte: Automotive Business

Iveco faz testes da Fórmula Truck com Stralis Hi-Way preparado para as pistas


O ronco dos motores de mais de 1.000 cavalos de potência que impulsionam os caminhões da Scuderia Iveco na Formula Truck já podem ser ouvidos no Autódromo de Interlagos. É lá que a montadora está realizando seus primeiros testes para a temporada 2013 dos campeonatos Brasileiro e Sul-Americano da competição, que terá início no dia 10 de março, no circuito de Tarumã, em Viamão (RS). Desde esta segunda-feira, 18/02, os pilotos Beto Monteiro e Valmir Benavides estão, em conjunto com os engenheiros da Scuderia, realizando os ajustes finais no Iveco Stralis que irá arrancar na briga pelo título da categoria mais peso-pesado do automobilismo.
As mudanças mecânicas para deixar o veículo ainda mais competitivo ainda não foram reveladas. Mas uma rápida olhada no layout provisório do caminhão já permite observar que há algo diferente. “Adotamos o alaranjado, em substituição ao vermelho, em referência ao Iveco Stralis Hi-Way, veículo top de gama dessa família de extrapesados que já está em produção em nossa fábrica de Sete Lagoas. Trata-se de um produto premiado e arrojado, de alto desempenho e com tecnologia de ponta. Ou seja, tem tudo a ver com o espírito da Formula Truck”, explica Cláudio Rawicz, diretor de Comunicação da Iveco.

Na pista – e nas palavras de quem está ao volante – , a performance dos veículos tem se mostrado altamente satisfatória. “Já deu para ver que o Stralis está alinhado com a proposta que queremos, entregando um excelente desempenho para nos permitir mirar o topo do pódio”, afirma o pernambucano Beto Monteiro. Seu colega de equipe vai na mesma direção: “Quem acompanha a Truck sabe o quanto essa categoria é disputada. Portanto, foi muito positivo já podermos testar os veículos e constatar diferenciais que poderão nos ajudar muito na briga pelo título”, diz Benavides.


Confira abaixo o calendário da F-Truck para 2013:
10/03 – Etapa Tarumã (RS)
07/04 – Etapa Londrina (PR)
19/05 – Etapa Caruaru (PE)
09/06 – Etapa Goiânia (GO)
07/07 – Etapa Interlagos (SP)
04/08 – Etapa Cascavel (PR)
08/09 – Etapa Córdoba, Argentina
13/10 – Etapa Guaporé (RS)
10/11 – Etapa Curitiba (PR)
08/12 – Etapa Brasília (DF)
Fonte: Iveco

Volvo Construction Equipment Latin America registra seu terceiro melhor ano da história


A Volvo Construction Equipment registrou em 2012 o terceiro melhor ano de sua história no continente. “Foi um bom ano. O mercado confirmou nossa expectativa de crescimento”, declara Afrânio Chueire, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America Sales Region. “Foi, também, o terceiro ano consecutivo de vendas acima de quatro mil unidades na América Latina”, complementa o executivo.
Sediada em Curitiba, no Paraná, e com fábrica em Pederneiras, interior de São Paulo, a Volvo comercializou um total de 4244 equipamentos de construção no ano passado em toda a região. As exportações de máquinas da marca para os demais países da América Latina atingiram 1380 unidades no período. O Brasil representou 67% das vendas, com 2864 máquinas comercializadas no período.
O setor de construção continua como o grande impulsionador dos negócios da companhia no Brasil. Sessenta por cento das vendas da Volvo no mercado doméstico em 2012 estiveram relacionados à construção. Do total de máquinas vendidas para este setor, 77% foram para a construção geral, 10% para obras de infraestrutura pesada e 11% para construção rodoviária. “Há muito potencial de crescimento na área de construção”, destaca o executivo. O segmento de locação também foi um grande comprador de máquinas na marca ao longo do ano passado.
Um fato marcante para a Volvo foi a expansão de cerca de 160% nas vendas de caminhões articulados na América Latina, atingindo a marca de 242 unidades vendidas no período, 149 máquinas a mais que no ano anterior, um aumento bastante superior ao registrado pelo mercado, que cresceu 58% neste segmento. As vendas de retroescavadeiras Volvo também cresceram bastante, atingindo uma evolução de 22%, passando de 403 equipamentos em 2011 para 491 no ano passado.
Volvo Construction Equipment produzirá retroescavadeiras no Brasil


A Volvo Construction Equipment decidiu produzir retroescavadeiras no Brasil. A companhia está transferindo a linha de produção da fábrica de Tultitlán, na região metropolitana da Cidade do México, para Pederneiras, interior de São Paulo, onde a Volvo tem uma unidade fabril que já produz outros modelos de equipamentos. “A partir desta fábrica vamos produzir as retroescavadeiras para abastecer o Brasil, todos os demais países da América Latina, os Estados Unidos, o Canadá e alguns outros mercados”, declara Afrânio Chueire, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America Sales Region.
Inicialmente estão sendo investidos cerca de US$ 10 milhões apenas na transferência da linha. Com a mudança, apenas o Brasil e a Polônia terão fábricas destas máquinas da marca. Em Pederneiras serão produzidos os modelos de retroescavadeiras BL60B e BL70B, as mais consumidas nos mercados atendidos pela Volvo nas Américas Latina e do Norte.
A transferência da fábrica para o Brasil trará muitos benefícios ao Brasil. “A começar pela oportunidade de oferta de financiamentos por intermédio do Finame, linha de recursos do BNDES voltada para bens de produção que tem juros baixos e prazos longos”, diz o presidente. Outras vantagens são a redução do prazo de entrega dos equipamentos e ganhos logísticos. “E, internamente, dinamizaremos a produção e teremos ganhos de eficiência por conta da escala”, complementa.
A localização do conteúdo começará com a produção de componentes importantes da retroescavadeira, como a lança, os braços, as estruturas e a cabine. A fabricação em Pederneiras será feita de forma progressiva ao longo deste ano.
As retroescavadeiras representam quase um terço do total das vendas anuais de equipamentos de construção no Brasil. “Com a produção local pretendemos ganhar participação no segmento. É mais um passo na estratégia de expansão da marca. Uma presença forte em retroescavadeiras também contribui para reforçar nosso portfólio junto a clientes que conhecem a marca, mas que ainda não tiveram oportunidade de comprar e experimentar os produtos Volvo, conhecidos por seu baixo consumo de combustível, grande disponibilidade e alta tecnologia”, comenta o executivo.
Volvo Construction Equipment investe na produção de escavadeiras SDLG no Brasil
A Volvo Construction Equipment está investindo na produção de escavadeiras da marca SDLG no Brasil. Além disso, está sendo criada a SDLG América Latina, que comercializará estes equipamentos no País. O valor inicial do investimento é de US$ 10 milhões.
A produção das escavadeiras da marca SDLG será em Pederneiras, interior de São Paulo, onde está sendo construída uma nova área fabril, no mesmo terreno em que são produzidos as máquinas e equipamentos da Volvo. A estrutura da SDLG, no entanto, será totalmente separada da existente para os produtos Volvo, com identificação e padrões próprios da marca.
“A decisão de instalar a fábrica da SDLG no mesmo terreno onde já são produzidos os equipamentos da Volvo foi para aproveitar a sinergia e a expertise oferecida pela estrutura fabril já existente, o que dará mais velocidade ao projeto no mercado brasileiro e latino-americano”, explica Afrânio Chueire, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America Sales Region.
Há quatro anos no Brasil, a SDLG alcançou a liderança no mercado de equipamentos de construção com tecnologia simplificada. Outro motivo que levou à decisão de produzir escavadeiras SDLG é que a demanda por equipamentos de construção que não necessitam de alto grau de tecnologia embarcada está em expansão no Brasil e em toda a América Latina.
O início da produção das escavadeiras está previsto para o segundo semestre deste ano. Serão fabricados quatro modelos de escavadeiras de esteira SDLG: LG6150E, LG6210E, LG6225E e LG6250E, cobrindo as classes de peso entre 13,8 toneladas e 24,3 toneladas.
A produção das escavadeiras no País vai aumentar a competitividade da marca ainda mais, já que será possível reduzir os prazos de entrega e oferecer melhores condições de financiamento. A SDLG continuará a operar como uma marca independente, com sua própria organização, identificação, rede de distribuição, força de vendas e estrutura técnica.
A SDLG é uma das marcas do Grupo Volvo. A SDLG América Latina, com sede no  Brasil, fornecerá suporte às operações da marca, seus clientes e distribuidores em todo o continente.
Volvo lança carregadeira L250G, uma nova classe de equipamentos
A Volvo Construction Equipment está lançando no Brasil a carregadeira L250G, única do mercado na categoria de 35 toneladas. Com este lançamento a marca inaugura uma nova classe de equipamentos. “Mantemos nossa posição de inovar para atender às necessidades dos nossos clientes. A L250G é uma máquina robusta, destinada a trabalhos severos. É um produto de alta tecnologia que, assim como os outros equipamentos da Volvo, tem como proposta oferecer maior rentabilidade, confiabilidade, segurança e menos emissão de poluentes”, afirma Afrânio Chueire, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America Sales Region.
A L250G é mais um produto da linha de carregadeiras Volvo e está posicionada entre a L220G e a L350F, modelos já reconhecidos no mercado por sua produtividade, desempenho, robustez e confiabilidade.
A nova carregadeira tem peso operacional de 35 toneladas e o mesmo design arrojado e as vantagens tecnológicas dos demais modelos da série G da Volvo, porém com um diferencial. Foi desenvolvida especialmente para o trabalho com caçamba. Equipada com cinemática de barra em Z, possui elevada força de desagregação e alta capacidade de carga.
“Este diferencial é particularmente importante para trabalhar com materiais de difícil escavação, no carregamento de caminhões no pé-de-rocha, em minerações e pedreiras, ou no carregamento e transporte para alimentar diretamente o britador”, explica Boris Sanchez, gerente de engenharia de vendas da Volvo Construction Equipment Latin América.
A elevada força de desagregação da L250G reduz os tempos de ciclo, o que promove alta produtividade com a mesma eficiência em consumo de combustível que as outras carregadeiras da série G. Um dos itens que contribui para a redução do consumo é a transmissão automatizada Volvo Automatic Power Shift (APS). Com quatro modos de trabalho selecionáveis, o APS resulta em ciclos de trabalho mais eficientes com menor consumo de combustível e menor desgaste geral.
Outro diferencial das carregadeiras Volvo que contribui para a redução de consumo é o sistema Optishift, que combina o conversor de torque com lock up e a funçãoReverse-by-Braking (RBB), exclusiva da marca, que permite que ao reverter o sentido o pedal do acelerador funcione como freio de serviço. Com isso, é possível realizar a inversão do sentido de direção de forma mais suave e o trabalho de encher a caçamba e carregar o caminhão utilizando apenas o pedal do acelerador. “Além de reduzir o consumo de combustível, este sistema aumenta ao conforto do operador”, informa Masashi Fujiyama, engenheiro de vendas da Volvo Construction Equipment Latin America.
Cabine
Assim como as outras carregadeiras, a L250G vem equipada com a última geração da cabine “Care Cab” da Volvo.  Com certificado ROPS/FOPS, é espaçosa e permite ampla visibilidade em todas as direções, garantindo segurança à operação.  Além disso, os controles ao alcance das mãos e um ambiente climatizado oferecem conforto ao operador, garantindo sua produtividade ao longo do turno de trabalho.  As carregadeiras têm ainda como item opcional um sistema de direção e troca de marcha por joystickchamado de Controle de Direção por Alavanca (Comfort Drive Control) que elimina movimentos cansativos para o operador, melhorando a produtividade em tarefas de ciclo curto.
Volvo lança novos modelos de escavadeiras: mais potentes, versáteis e econômicas


A Volvo Construction Equipment Latin America está lançando no Brasil novos modelos de escavadeiras da série D, a EC220D e a EC250D. Estas máquinas destacam-se pela potência, robustez e redução de até 10% no consumo de combustível em relação à série anterior. Outro diferencial é a versatilidade. Os novos modelos apresentam alto desempenho tanto em operações severas quanto em trabalhos mais leves.
“A Volvo investe constantemente em produtos que contribuam para aumentar a produtividade e a rentabilidade da operação. E esta nova linha contribui decisivamente para atingir este objetivo”, afirma Afrânio Chueire, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America Sales Region.
Estes novos modelos de escavadeiras, assim como a EC380D e a EC480D, também foram desenvolvidos especialmente para atender aos mercados emergentes. São países com muitas obras de infraestrutura e que necessitam de equipamentos versáteis para atender diferentes necessidades de operação.
As novas escavadeiras vem equipadas com o modo ECO, exclusivo da Volvo, que contribui para melhorar em até 5% a eficiência no consumo de combustível sem perder produtividade na maioria das aplicações de uma escavadeira. O modo ECO incorpora tecnologia para controle eletrônico das bombas, o que reduz as perdas de vazão e de pressão ao mesmo tempo em que mantém a força de escavação e maximiza o torque de giro.
Outro diferencial em relação aos modelos anteriores é que a vazão das bombas hidráulicas aumentou de 3% a 5%; e a força de escavação, torque de giro e capacidade de tração aumentaram entre 3% e 6%.
Maior potência
Devido à sua maior potência e força de escavação, as escavadeiras da série D enfrentam uma ampla gama de tarefas difíceis em canteiros de obras. O novo sistema hidráulico permite tempos de ciclo mais curtos e rápidos e excelente capacidade de escavação o que oferece alta produtividade e um menor consumo de combustível. Além disso, os operadores se beneficiam de movimentos mais suaves, fáceis e harmônicos.
A versatilidade do equipamento também é garantida por um novo sistema de gestão de implementos que permite memorizar os ajustes de vazão e pressão hidráulicos para até 20 implementos diferentes. Este sistema permite ainda ajustar com precisão e rapidez a máquina aos implementos, a partir da cabine, com um simples toque de botão.
“A capacidade de se adaptar ao canteiro de obras permite maior precisão de desempenho e alta produtividade. além de reduzir o consumo de combustível”, diz Boris Sanchez, gerente da engenharia de vendas da Volvo Construction Equipment Latin América.
O painel dos novos modelos possui também um mostrador de consumo em que o operador pode acompanhar instantaneamente o consumo de combustível em diferentes canteiros e aplicações.
O consagrado sistema de modos de potência, exclusivo da Volvo, ficou ainda melhor. “O operador dispõe de mais um modo de trabalho para aplicações gerais, o G4, que combina ótima eficiência de combustível com o desempenho da máquina”, diz Masashi Fujiyama, engenheiro de vendas da Volvo Construction Equipment Latin America.
As escavadeiras da série D vêm equipadas com a última geração de cabines Volvo com certificado ROPS, e que proporciona excelente visibilidade, controles localizados à mão do operador e são mais espaçosas e confortáveis. Além disso, as novas escavadeiras são equipadas de série com um sistema climatização com 14 saídas ajustáveis, permitindo ao operador regular a distribuição interna de ar de acordo com a sua preferência.  “São itens que garantem maior segurança à operação e conforto ao operador”, destaca Sanchez.
Manutenção
Os novos modelos também apresentam facilidade de manutenção. Portas amplas com trava oferecem fácil acesso aos pontos de serviços e filtros, o que permite que as inspeções sejam feitas mais rapidamente, aumentando a disponibilidade da máquina. O modo de serviço instalado no monitor exibe intervalos de manutenção dos principais componentes, as verificações de diagnósticos, as imagens da câmeras de ré e mais três câmeras adicionais (estas últimas são opcionais). Além disso, as placas antiderrapantes asseguram o acesso seguro para manutenção, mesmo em condições de clima chuvoso.
Ficha técnica
Modelo EC200D EC220D EC250D EC300D
Motor Volvo D6 Volvo D6 Volvo D7 Volvo D7
Pot. Máx. 123 kW 123 kW 138 kW
(188 hp)
170 kW
(231hp)
a 1 800 r/min, bruta (167 hp) (167 hp)
Capacidade máx. de levantamento 5 990 kgf *7 470 kgf *9 630 kgf *11 070 kgf
ao longo do chassis (1,5 m/6,0 m) (5,7m lança / 2,9m braço)  (5,7m lança / 2,9m braço) (6,0 m lança / 2,97 m braço) (6,2 m lança / 3,05 m braço)
Máx. alcance escavação 9,93 m 9,93 m 10,26 m 10,72 m
 (5,7m lança / 2,9m braço)  (5,7m lança / 2,9m braço) (6,0 m lança / 2,97 m braço) (6,2 m lança / 3,05 m braço)
Máx. profundidde escavação 6,73 m 6,73 m 6,98 m 7,35 m
 (5,7m lança / 2,9m braço)  (5,7m lança / 2,9m braço) (6,0 m lança / 2,97 m braço) (6,2 m lança / 3,05 m braço)
Máx. força de desagregação – caçamba
(Normal / Power boost) ISO6015
136 / 144 kN 145 / 153 kN 171 / 186 kN 188 / 205 kN
 (5,7m lança / 2,9m braço)  (5,7m lança / 2,9m braço) (6,0 m lança / 2,97 m braço) (6,2 m lança / 3,05 m braço)
Máx. força de corte – braço
(Normal / Power boost) ISO6015
 99 / 105 kN 105 / 111 kN 118 / 129 kN 135 / 147 kN
 (5,7m lança / 2,9m braço)  (5,7m lança / 2,9m braço) (6,0 m lança / 2,97 m braço) (6,2 m lança / 3,05 m braço)
Peso operacional 20,2-21,2 t 21,1-24,1 t 23,5-29,3 t 27,7-33,1 t
Fonte: Volvo


Manutenção preventiva do escapamento do caminhão pode evitar gastos desnecessários


Além de oferecer mais segurança no trânsito, cuidar preventivamente do caminhão sai muito mais em conta para o caminhoneiro do que efetuar reparos de emergência. A manutenção preventiva é, em média, 30% mais em conta do que a corretiva, segundo especialistas.
Um dos itens que deve ser verificado pelos motoristas é o sistema de escapamento, conjunto de peças, entre outras, que são checadas na inspeção ambiental veicular. “Se for identificado algum problema na inspeção, peças soltas ou partes desgastadas, o veículo é rejeitado”, adverte Henry Grosskopf, gerente de Engenharia de Produtos da Tuper Escapamentos e Catalisadores.
Ele explica que solavancos em pisos irregulares e a própria vibração do motor podem levar à fadiga as peças do sistema de exaustão dos caminhões. “Além disso, podem ocorrer problemas de corrosão da parte externa do escapamento para a interna já que o diesel, ao contrário do etanol e da gasolina, é menos corrosivo”, enfatiza.
Para evitar transtornos, os caminhoneiros podem colocar o veículo em uma rampa e efetuar a verificação visual do escapamento para ver se há algum problema aparente, como quebra de suportes ou trincas nos tubos e silenciosos ou procurar uma oficina de confiança para fazer o reparo e a troca das peças para que o veículo seja submetido novamente à inspeção. “Isso gera transtorno e prejuízo ao caminhoneiro que precisa do veículo em ordem para trabalhar. Esse contratempo pode ser evitado se o motorista fizer uma revisão no veículo em uma oficina de confiança antes de passar na inspeção ambiental veicular”, comenta Grosskopf.
Ao substituir peças danificadas do conjunto de escapamento, a recomendação é efetuar a troca por componentes de qualidade e compatíveis com o modelo do veículo para não comprometer a funcionalidade do sistema. Somente em modelos muito antigos e que não há peças específicas no mercado de reposição é que são feitas algumas adaptações. “Evite soldar ou amarrar o escapamento para não correr o risco das peças caírem quando o veículo estiver em movimento, podendo causar acidente na estrada”, ressalta.
Catalisador
Apenas os veículos mais modernos possuem catalisador. Desde 2012, para atender às normas do Euro V (Proconve 7), os caminhões contam com um novo sistema de pós-tratamento de emissões. Agora, o sistema de exaustão dos caminhões tem tratamento químico e adição de aditivo para garantir a redução de emissões de poluentes. “Trata-se de um sistema eletrônico com produtos de alta tecnologia embarcada que permite a purificação dos gases resultantes da combustão do diesel nos motores, com benefícios significativos para o meio ambiente”, finaliza.
Fonte: Tuper

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

MAN Latin America inova com nanotecnologia


Sempre em busca da melhor relação custo-benefício para seus produtos e serviços, a MAN Latin America implementou mais uma mudança em seus caminhões e ônibus. A montadora é a primeira no mercado brasileiro de caminhões e ônibus a adotar a nanotecnologia em seus coxins de motor, gerando ganho de até 50% na vida útil do componente. Além disso, esta mudança confere maior conforto aos motoristas por absorver melhor a vibração do veículo.
Por atuar em estruturas do tamanho de um bilionésimo de metro, a nanotecnologia permite uma reorganização das estruturas de átomos e moléculas. Foi a solução da MAN Latin America para aprimorar os compostos de borracha e metal do coxim, promovendo assim uma resistência ainda maior ao componente.
“Oferecemos hoje na linha Advantech um componente com relação otimizada entre conforto e durabilidade, proporcionando ainda mais benefícios a nossos clientes”, destaca Gastão Rachou, diretor de Engenharia, Estratégia do Produto e Gerenciamento de Portfólio da MAN Latin America. Com a novidade já nas ruas de todo o Brasil, a empresa sai na frente. Recentemente, o governo federal instituiu o Comitê Interministerial de Nanotecnologias (CIN) para alavancar os desenvolvimentos dessa solução.


Na função de sustentação do motor no chassi, o coxim fica submetido a alto grau de vibração e, caso não absorva adequadamente o impacto, pode gerar uma série de problemas. Em um desenvolvimento conjunto entre as engenharias da MAN Latin America e Truck Bus, empresa fornecedora dos coxins, a nanotecnologia foi aplicada em dois processos de fabricação do componente.
Com a adição de nanocompósitos, a borracha teve sua formulação alterada para resistir melhor à vibração, um fator crítico para a vida útil do coxim. O principal benefício com a reestruturação molecular da borracha foi o aumento significativo de sua resiliência (capacidade de acumular energia sem ocorrer ruptura, deformação ou perda de rendimento). Desta forma, a borracha com nanocompósitos apresenta baixíssimos níveis de termo-oxidação, fator responsável pela degeneração e perda de vida do componente.
Em outra frente, a estrutura metálica passa agora por um banho de nanocerâmica, possibilitando uma maior aderência à borracha e simplificando inclusive a operação, pois a preparação anterior contava com dois processos em vez de apenas um. Esse tratamento especial evita que a borracha se desprenda do metal, ocasionando a perda do coxim e, dependendo das circunstâncias, comprometendo a vida útil de outros componentes. A otimização dos processos também trouxe grande contribuição na redução dos impactos ambientais, uma vez que foi eliminada a geração de componentes nocivos ao meio ambiente, o que demandava atenção e cuidados especiais por parte da Truck Bus para seu descarte.
As inovações integram a nova linha Advantech de caminhões e ônibus VW, lançados este ano para atender às exigências do Proconve P7. “Fomos além da motorização e agregamos uma série de melhorias que fazem a diferença no produto. Empregamos toda nossa expertise em engenharia para países emergentes e escolhemos as melhores soluções de tecnologia”, afirma Gastão Rachou.
O coxim do motor é montado no chassi pela Maxion, parceira da MAN Latin America no Consórcio Modular, sistema de produção inovador em que fornecedores dividem com a empresa a responsabilidade pela montagem dos veículos.
Fonte: MAN Latin America

Iveco participa do Bauma na Alemanha


Nos dias 15 a 21 de abril deste ano, a Iveco estará presente na 30ª edição do Bauma, o mais importante salão internacional do setor da construção, escavação e movimentação de terras, em Munique, na Alemanha. Ao lado da Iveco estarão também as marcas New Holland Construction e FPT Industrial.
A Iveco irá apresentar toda uma gama de veículos de fora de estrada com diversas capacidades, dos modelos do segmento ligeiro aos veículos pesados. Cada modelo demonstrará as principais características que o tornam adequado para um trabalho de escavação, ou para utilização numa pedreira: a capacidade de operar em terrenos acidentados e irregulares, o conforto da cabine, a ergonomia e flexibilidade de utilização.
Entre os veículos das gamas média e pesada estará em exposição o novo Trakker AT 440T 45 WT/P, veículo com uma cabine completamente renovada, ideal para missões de ‘off-road’, e também o novo Stralis Hi-Way, premiado com o galardão de “Truck of the Year 2013″, na versão Euro VI com o modelo AS440S50 T/P.
Fonte: Iveco

Alto desempenho no transporte de grãos com uma frota 100% Volvo


Especializada no transporte de grãos, a Pedromar Transportes possui uma frota 100% Volvo. Seus caminhões rodam pelas estradas do Mato Grosso carregados de soja, milho e caroço de algodão com destino aos terminais ferroviários na divisa do estado com Goiás.
O Mato Grosso é um dos principais produtores de grãos do país e a demanda para o transporte da safra é grande. “Temos trabalho para o ano inteiro. Os caminhões quase não ficam parados”, afirma Volmar Michelon, um dos proprietários da Pedromar. Além dos grãos para exportação, nos períodos de entressafra, de setembro a janeiro, os caminhões carregam milho e farelo de soja para o mercado interno.
Para dar conta do recado, a frota da empresa é composta por 85 caminhões FH implementados como Bitrem, todos com sete e nove eixos. Cada um deles carrega de 57 a 74 toneladas de carga bruta e roda de oito a dez mil quilômetros por mês. No início de 2013, a frota ganhará o reforço de mais dez FH 460.
Para garantir o desempenho e o bom estado dos caminhões, todos são equipados com caixa de transmissão I-Shift da Volvo. “Nos dias de hoje, temos que trabalhar pensando em reduzir os custos. Além da economia de combustível, com a caixa I-Shift o caminhão não sofre com trancos nas trocas de marcha e há menos desgaste das peças, mesmo carregado com 74 toneladas”, afirma Michelon.


A decisão de ter uma frota só de FH foi porque o modelo suporta melhor o dia a dia e quase não precisa de manutenção. Outro diferencial é a cabine, mais confortável para o motorista que passa o dia todo na estrada.
A Pedromar se especializou no transporte de grãos dentro do Mato Grosso em 2001. Atuando há mais de 30 anos com transporte de carga, a empresa foi criada no Rio Grande do Sul e transferida para Rondonópolis, devido ao crescimento dos negócios no estado.
Por enquanto, o vento continua soprando a favor do Mato Grosso. “A produção está aumentando ano a ano, e nós temos bons clientes aqui no Estado”, afirma Michelon.
Robustez e desempenho


Os caminhões da linha F da Volvo são conhecidos no mercado pela robustez, segurança, economia de combustível e grande disponibilidade. Os modelos da linha F são ideais para composição bitrem, rodotrem e carretas de três eixos normais ou espaçadas (Vanderléia). Com maior potência e torques, aumentam a produtividade do transporte, já que conseguem manter uma velocidade média mais alta.
Fonte: Volvo


Confirmada a realização da Arrancada de Caminhões, em Arroio do Silva


No início da tarde desta segunda-feira, a Justiça Federal de Santa Catarina divulgou sua sentença: o juiz Paulo Vieira Aveline, da Vara Federal Cível de Criciúma, não acatou o pedido do Ministério Público Federal de cassação da licença ambiental e autorizou a realização da 23ª edição da Arrancada de Caminhões do Balneário Arroio do Silva. As informações foram passadas pelo prefeito do Arroio, Evandro Scaini.
Marcada para ocorrer a partir da próxima quinta-feira, dia 21, até o domingo, dia 24, a Arrancada estava ameaçada por falta de licença ambiental, isso no início deste mês. Posteriormente, o documento foi expedido pela Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma), já que, segundo Scaini, o município cumpriu as exigências ambientais para a realização do evento. Por fim, a Justiça reconheceu o documento ambiental e o evento está confirmado.
“É importante lembrar que o município sempre esteve preocupado com as questões ambientais, ainda mais para a realização de um evento deste porte. Por isso, também pedimos a colaboração do público, tanto moradores como visitantes. Precisamos que as pessoas ajudem a preservar o meio ambiente, tenham mais atenção, para que a Arrancada seja realizada todos os anos”, enfatiza Scaini.
Agora, a prefeitura deve correr contra o tempo para finalizar a montagem da estrutura da festa. “Temos expositores, arquibancadas, pistas, praça de alimentação, camarotes, arena de shows, tudo para receber o público da melhor maneira possível, mas precisamos agilizar os trabalhos porque o evento já começa nesta quinta-feira”, ressalta o prefeito. A organização da Arrancada de Caminhões conta com a parceria da prefeitura do balneário e da Aspekto Comunicação.
Fonte: Engeplus

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Um convite mais que especial – Participe


Novo Volvo FH em testes no Brasil com pouca camuflagem


Fiquei mais uma vez muito feliz em conseguir fotografar novamente o novo Volvo FH, que já roda em testes pelo Brasil a muito tempo, mas agora com muito menos camuflagem. Pela informações que consegui com o pessoal da Volvo, ele está transportando uma carga de barras de aço, apenas para ter peso, e sempre faz testes pela rota Curitiba – São Mateus do Sul – Irati – Curitiba, e também está sendo emprestado a algumas empresas da região.
Esse caminhão foi lançado na Europa, no mês de Setembro/2012, e tem previsão de lançamento no Brasil para o início de 2014. As informações sobre o modelo europeu podem ser encontradas AQUI e sobre os outros flagras dos testes podem ser vistos AQUI.
Fonte:Blog do Caminhoneiro

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Setor de transporte é o mais prejudicado pelos custos sistêmicos brasileiros


Pesquisa realizada pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), com 127 empresas brasileiras, aponta que o setor de transporte (11%) é o mais prejudicado pelos altos custos sistêmicos do país, seguidos pelos setores de serviços (9%) e energia (8%). O estudo revela ainda que 97% das organizações acreditam que os custos sistêmicos brasileiros são altos e diminuem a competitividade das empresas.
Para 29% das empresas, a atual tributação cobrada no Brasil interfere no aumento da produtividade e competitividade das organizações, além da burocracia e legislação trabalhista (14%). O investimento em infraestrutura também foi considerado um impasse à competitividade das empresas, para 13% dos entrevistados, bem como o sistema educacional, tanto público como privado (12%). Fatores como sistema bancário e saneamento básico não foram mencionados como problemáticos.
Trita e três por cento dos entrevistados destacaram que ações para reduzir a corrupção no país devem ser tratadas como prioridade na agenda governamental, assim como investimento no sistema educacional brasileiro (15%) e revisão das leis trabalhistas (8%).
O levantamento revelou ainda que 71% dos entrevistados consideram que, embora não seja um tema novo, o governo não tem se mobilizado, de forma estratégica e efetiva, para reduzir os custos sistêmicos brasileiros e que as organizações têm tomado à frente para reduzir o déficit que esses custos geram sobre a produtividade das suas operações: segundo a pesquisa, 83% realizaram investimentos para diminuir o impacto dos custos sistêmicos. Por outro lado, 70% dos entrevistados apontaram que a ausência de ações planejadas no médio e longo prazo para reduzir esses custos afetou significativamente a atratividade do país para novos investimentos, nacionais e estrangeiros.
Fonte: Divulgação

Agrale nomeia novo diretor de venda de veículos

O executivo Alvonir Anderle é o novo diretor comercial de veículos da Agrale S/A, tradicional fabricante brasileira de caminhões, chassis para ônibus, utilitários, tratores e motores diesel. Formado em economia e com MBA em gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, com complementação internacional na Columbus University, de Ohio, além de especialização na gestão de pessoas e projetos pela Fundação Dom Cabral, o executivo será responsável pelas atividades das áreas de vendas de veículos e utilitários Marruá para o mercado brasileiro
.
Alvonir Anderle tem ampla experiência em administração empresarial e exportação, e terá como principal desafio dar continuidade à expansão e ao crescimento que a Agrale alcançou nos últimos anos, nos segmentos de veículos e utilitários.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

2013, Mercedez vai aumentar produção


Graças às medidas de incentivo para a compra de caminhões e ônibus, a Mercedes-Benz convoca 1 500 empregados, que haviam sido afastados temporariamente, em maio, para retornarem a trabalhar na fábrica até 28 de janeiro do próximo ano. Em 1º de fevereiro, a empresa também começará a trabalhar com segundo turno na linha de montagem final de seus caminhões.

Chamado de lay-off (a suspensão temporária do contrato de trabalho para qualificação (sic), a medida de flexibilização do contrato de trabalho foi elogiada pelo presidente da Mercedes-Benz, Jürgen Ziegler, pois permitiu que os empregados fossem afastados no momento de crise no mercado e agora podem retornar no momento que a empresa precisa deles para atender a crescente demanda do mercado graças aos baixos juros do Finame.

Para 2013, a expectativa da Empresa é que o cenário de negócios para veículos comercias seja mais favorável. “O anúncio de ferramentas de financiamento adequadas ao setor com regras definidas para todo o ano de 2013, aliado à espera de safra recorde e de investimentos em infraestrutura já impactam positivamente nossa indústria. Além disso, se o crescimento da economia brasileira como um todo for maior do que em 2012, certamente, teremos um excelente mercado de caminhões e ônibus no próximo ano”, conclui Ziegler
Marcos Villela

fonte
http://transportemundial.terra.com.br/index.asp?codc=2049

Fonte:Carga Pesada

Saiba como cuidar dos freios de sua carreta


Há muito tempo que se pede que as fabricantes de veículos invistam em campanhas para a educação dos motoristas e boas iniciativas já vem sendo realizadas pelas grandes marcas, como as da Scania e Volvo. A mais recente saiu da área de treinamento da Mercedes-Benz.

Trata-se de uma campanha para conscientizar o motorista da importância da harmonização dos freios do cavalo-mecânico com os dos diversos tipos de semirreboques, como bitrem, rodotrem, treminhão, romeu-e-julieta e outros semirreboques. Entre os materiais elaborados pela área de treinamento da empresa, inclui-se uma cartilha sobre o assunto especialmente concebido para motoristas e que será distribuído pela rede de concessionárias.

"Muitos motoristas realizam a manutenções preventivas e corretivas somente em seus caminhões, não se preocupando com a verificação e manutenção periódica do funcionamento do sistema de freios dos implementos que rebocam, deixando para o cavalo-mecânico a responsabilidade de parar também o semirreboque, afirma Eustáquio Sirolli, gerente sênior de treinamento de vendas e pós-vends da Mercedes-Benz do Brasil.

De acordo com o executivo, na frenagem desses veículos, a situação ideal é aquela na qual o cavalo-mecânico não precisa segurar o implemento. "Em nossas pesquisas de campo, nos deparamos com veículos nos quais a composição é freada mais pelo cavalo-mecânico do que pelo implemento", diz Eustáquio. "Pensando então em alertar os motoristas para essa siutação, elaboramos o livreto, que contribui para maior segurança do caminhão e da carga, assim como a segurança pessoal do condutor e de outras pessoas que circulam pelas vias e estradas".
Marcos Villela
fonte
http://transportemundial.terra.com.br/index.asp?codc=2033

Fonte:Carga Pesada

Pesado FM, da Volvo, movido a gás natural, começa a ser testado em São Paulo


Por Mauro Cassane
Editor do Portal Brasil Caminhoneiro

Testado e aprovado na Europa, o caminhão FM 460, com motor de 13 litros movido com até 75% de gás natural liquefeito (GNL) e 25% de diesel, da Volvo, vai transportar gás para a gigante White Martins, empresa que lidera o mercado na produção e comercialização de gases industriais e medicinais e a única no Brasil a fazer a liquefação do gás natural por meio do consórcio formado com a Gás Local e Petrobras.

Trata-se apenas de um modelo, importado da Suécia, e os testes realizados no país nórdico mostram que a tecnologia com gás natural liquefeito desenvolvida pela Volvo diminui em até 10% as emissões de CO2, em comparação aos caminhões com tecnologia Euro 5.

O objetivo dos testes é conhecer o comportamento da tecnologia diesel-metano aplicada à realidade brasileira. Para Sergio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo América Latina, o veículo em avaliação não perde potência e, nos testes, apresentou autonomia de até 400 quilômetros.

A Volvo é a primeira fabricante de caminhões a adotar esta tecnologia. Além do Brasil, a empresa está testando veículos movidos a diesel-metano na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia. A produção seriada deste modelo de caminhão foi iniciada na Suécia no segundo semestre do ano passado.

O GNL é obtido por meio da liquefação do gás natural a uma temperatura de -162º. O gás em estado liquefeito permite armazenar mais combustível nos tanques em comparação ao Gás Natural Veicular (GNV) e é uma alternativa importante para o uso de combustíveis menos poluentes.

De acordo com Gomes, o caminhão também pode rodar usando apenas diesel, porém, sem os mesmos ganhos ambientais e econômicos oferecidos pelo gás natural. A tecnologia do motor é baseada no motor diesel convencional equipado com injetores para gás, um tanque de combustível especial, parecido com uma garrafa térmica, que mantém o gás liquefeito e resfriado a -135 graus Celsius, e um conversor catalítico.


Os testes de campo realizados pela Volvo na Europa mostram que a tecnologia diesel-metano oferece o mesmo nível de confiabilidade operacional aos caminhões que o motor diesel convencional. A dirigibilidade é similar à de caminhões diesel convencionais. Se o tanque de gás acabar, o sistema automaticamente passa para diesel. O motorista é então alertado por uma luz que acende no painel de instrumentos.

Foto: Divulgação

MUBC pede redução do tempo de descanso para 8 horas


O Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC) participa no próximo dia 19, em Brasília, de uma reunião visando mudanças na Lei 12.619, a Lei do Descanso. A reunião será com a bancada do transporte rodoviário de carga, grupo que, segundo o presidente do MUBC, Nélio Botelho, reúne quase 70 deputados federais, sob a coordenação de Nelson Marquezelli (PTB-SP).
A ideia é que a Câmara aprove um projeto de lei reduzindo de 11 horas para 8 horas o tempo de descanso entre dois dias de trabalho previsto na Lei 12.619. Junto com representantes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Botelho levou o pedido à ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, dia 25 de janeiro. “A ministra disse que apoia nosso pleito, mas que esta é uma questão a ser resolvida no Congresso”, afirma.
O MUBC é a única entidade de caminhoneiros que vêm se manifestando contrária a lei. “Não é que somos contra, é que ela é impossível de ser cumprida. Como está, vai provocar um aumento de frete bastante elevado, vai exigir o dobro de frota de caminhões, o triplo de motoristas e já estamos com falta de profissionais”, ressalta. Para ele, a lei vai “complicar totalmente a economia e parar o País”, no momento em que será colhida uma safra recorde.
Questionado se o aumento nos fretes não beneficia o próprio transporte de carga, ele diz que não. “É um aumento de frete para cobrir os custos adicionais da lei e não vai para o bolso nem dos donos de transportadoras, nem dos caminhoneiros”, afirma.
De acordo com ele, com 8 horas de descanso, o impacto será menor. “Quando houver pontos de parada para os caminhoneiros descansarem, até podemos pensar em 11 horas”, declara. Botelho afirma que a alteração deve servir tanto para autônomos como para motoristas empregados. “A lei não deveria diferenciar as duas categorias. Somos todos trabalhadores”, ressalta.
Mas os deputados ligados ao agronegócio e ao MUBC querem uma mudança mais rápida: através de Medida Provisória editada pelo governo. “A tramitação de um novo projeto seria muito demorada e burocrática, precisamos de uma medida mais ágil e de efeito imediato”, diz o deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC), em nota enviada à imprensa.
Segundo ele, a lei prejudica “especialmente a agricultura, que se encontra em plena colheita de grãos”. “Isso será sentido no bolso do consumidor, que pagará ainda mais caro pelos alimentos, uma vez que o frete sofrerá um aumento cerca de 50%, inviabilizando o transporte brasileiro”, declara.
A Lei 12.619, sancionada no ano passado, é fruto de debates promovidos pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e conta com o apoio da NTC&Logística, associação nacional que representa as maiores empresas de transporte de cargas do País. E também com o apoio de várias entidades que representam os caminhoneiros empregados e autônomos, como a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres (CNTTT), da União Nacional dos Caminhoneiros do Brasil (Unicam) e da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), que congrega os Sindicam´s.
Fonte: Carga Pesada

Proposta permite a caminhoneiros abater pedágio do imposto de renda


Proposta em tramitação permite a caminhoneiros autônomos e representantes comerciais abater do imposto de renda os valores pagos com pedágios. A medida está prevista no Projeto de Lei 4843/12.
A proposta é de autoria do deputado Diego Andrade (PSD-MG). Segundo ele, os caminhoneiros, além de sofrer com quadrilhas de roubo de cargas e com condições deficientes de conservação das estradas, ainda convivem com as elevações constantes das tarifas de pedágios.
Ainda conforme o autor, como os contratos de concessão de rodovias são de longa data, é necessário conceder tratamento diferenciado aos caminhoneiros. “Esses trabalhadores transportam a produção e a riqueza deste País. Além disso, os representantes comerciais se sustentam rodando pelas estradas”, justifica.
Tramitação
O projeto foi encaminhado à análise conclusiva das Comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara

Ônibus híbridos Mercedes-Benz Citaro ganham evidência em Davos


Dois ônibus híbridos Citaro da Mercedes Benz, com tecnologia de célula de combustível, foram utilizados no transporte regular dos participantes do 43º Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, realizado no fim do mês de janeiro. Este prestigiado encontro internacional anual reúne líderes políticos e empresariais, ONGs, acadêmicos, intelectuais e jornalistas para debater os desafios mundiais mais urgentes com relação a diversos temas, entre eles, economia, meio ambiente e saúde. Nesse sentido, os Mercedes Benz Citaro FuelCELL Hybrid, com célula de combustível, constituem um meio ideal de transporte.
Os dois veículos em destaque foram fornecidos para uso no Fórum Internacional pela PostAuto Schweiz AG, primeira empresa de ônibus da Suíça a usar a tecnologia de célula de combustível no transporte público.
Desde o final de 2011, cinco ônibus Citaro FuelCELL Hybrid “Postbuses” têm sido usados no transporte regular dentro e ao redor de Brugg (cantão de Aargau). A PostAuto vem realizando um teste de longo prazo com sistemas de propulsão por célula de combustível, utilizando para esta finalidade o hidrogênio produzido de maneira sustentável e amigável ao meio ambiente. A empresa estima que 2.000 toneladas de CO2 serão economizadas durante a fase de testes, de cinco anos.
Hartmut Schick, chefe da Daimler Buses, está muito entusiasmado com o futuro promissor dos ônibus ecologicamente corretos com célula de combustível: “Eu tive a oportunidade de ver o funcionamento na prática. Estou muito impressionado com a maneira que a PostAuto Schweiz AG implementou este conceito”, afirmou o executivo.
Citaro FuelCELL Hybrid
Quando comparado aos ônibus com célula de combustível que foram testados desde 2003 nos projetos “CUTE” e “HyFLEET:CUTE”, o novo Citaro FuelCELL Hybrid revela inovações fundamentais: hibridização com recuperação e armazenamento de energia em baterias de lítio-íon, motores elétricos de alto desempenho com 120 kW de força de tração contínua nos cubos de roda, unidades eletrificadas PTO e células de combustível com desenvolvimento aprimorado. Os novos ônibus conseguirão atingir um aumento de durabilidade de, no mínimo, cinco anos ou 12.000 horas de operação.
As pilhas da célula de combustível do novo Citaro FuelCELL Hybrid são idênticas àquelas do automóvel Mercedes Benz Classe B F CELL. Ambas estão localizadas no teto do veículo, como nos ônibus mais antigos desse tipo de propulsão. As baterias de lítio-íon, que, por exemplo, armazenam a energia recuperada durante a frenagem, também estão acondicionadadas no teto. A força disponibilizada pelo reservatório de energia faz com que esse novo Citaro híbrido possa rodar vários quilômetros usando somente a capacidade da bateria elétrica.
A princípio, o conceito do novo Citaro FuelCELL Hybrid se equipara aos ônibus híbridos Mercedes Benz com BlueTec. Um gerador a diesel ainda fornece a eles a energia elétrica necessária. Diferentemente, porém, é a célula de combustível que gera corrente elétrica para os motores de tração que ostentam o nível zero de emissões.
Graças aos componentes aprimorados das células de combustível e à hibridização com baterias de lítio-íon, o novo Citaro FuelCELL Hybrid economiza 50% de hidrogênio, quando comparado à geração anterior. Como resultado disso, o número de reservatórios foi reduzido de nove, anteriormente necessários nos ônibus com células de combustível, para sete, com um total de 35 kg de hidrogênio.
A autonomia dos ônibus com célula de combustível ultrapassa os 300 quilômetros. Graças aos diversos aprimoramentos técnicos, os ônibus puramente elétricos, com células de combustível para a geração de energia, significam um passo importante para estarem prontos para a produção em série.
Projeto CHIC – Clean Hydrogen in European Cities
O projeto CHIC – Clean Hydrogen in European Cities (hidrogênio limpo nas cidades europeias), financiado pela União Europeia e outros parceiros, possibilitará a integração de 26 ônibus com células de combustível nos serviços regulares diários de ônibus de cinco cidades do continente. Esta iniciativa baseia-se na introdução paulatina dos veículos, com a necessária infraestrutura.
Ao participar do CHIC, os ônibus da Daimler estão colhendo os benefícios de sua participação anterior nos projetos “CUTE” e “HyFLEET:CUTE”, criados pela União Europeia entre 2003 e 2009. Um total de 36 unidades de modelos Citaro da Mercedes Benz, com a segunda geração de propulsão por células de combustível, deixou mais do que provado o seu valor para 12 empresas de transporte de passageiros de três continentes.
Fonte: Mercedes-Benz

Mercado de grãos aquecido leva MAN à venda recorde de extrapesados


A MAN Latin America, fabricante dos veículos comerciais MAN e Volkswagen, acaba de concretizar venda recorde do caminhão extrapesado TGX. São 100 unidades para o GRUPO MARTELLI, que possui a maior transportadora de grãos do País.
Antonio Cammarosano, diretor de Vendas Nacionais da montadora, esteve na sede da empresa, em Jaciara (MT), para a entrega simbólica dos veículos aos irmãos e sócios proprietários da empresa, Genir, Hermínio, Clóvis e Luiz Martelli. Cada caminhão tem valor aproximado de R$ 400 mil.
Desde que o TGX chegou ao mercado, em agosto de 2012, a MAN Latin America vem ratificando sua estratégia comercial de inaugurar um novo segmento de atuação, o de extrapesados. Focado no transporte rodoviário, o caminhão atende ao aquecimento do mercado para escoar a produção agrícola do Brasil, principalmente das regiões Centro-Oeste e Sul até os principais portos.
“Esse mercado é altamente estratégico para a MAN Latin America. Em 2013, há uma expectativa de safra recorde de 180 milhões de toneladas de grãos. Só isso já deve gerar uma demanda por mais 20 mil caminhões extrapesados nas estradas. E pretendemos responder por uma parcela significativa desse volume”, confirma Cammarosano.
Maior comercializadora de caminhões do País, o objetivo da empresa é chegar à liderança de vendas em mais este segmento. E, para isso, a MAN Latin America deu passos sólidos em 2012. Com apenas cinco meses, o modelo de entrada da montadora nos extrapesados, o TGX 29.440 6×4 já assegurou uma participação de mercado de 2%.
“É um volume impressionante para um curto prazo em segmento tão competitivo. Em janeiro deste ano, já observamos sinais de expansão. No resultado do mês, nossa participação de mercado já cresceu para 4,3%”, ressalta o executivo. Para amparar um crescimento sustentável nesse sentido, a MAN Latin America planeja para os próximos meses mais lançamentos.
Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da empresa, também está otimista com relação a esse mercado. “Além de ser uma venda recorde de nosso caminhão extrapesado, o negócio representa um passo extremamente significativo no que se refere à expansão que planejamos para esse segmento. O Grupo Martelli é referência no transporte de grãos do País e sua confiança ao adquirir 100 caminhões MAN TGX comprova a qualidade de nosso produto”, afirma Alouche.
Estratégia de lançamento estimula resultados nas vendas
O empresário Genir Martelli, sócio proprietário da transportadora, aponta o consumo de combustível e o conforto como principais diferenciais do TGX para essa rápida evolução nas vendas. “Faz diferença até na hora de contratação do profissional que vai conduzi-lo. Torna a proposta mais atrativa. Ainda na fase de pré-lançamento do caminhão, tivemos a oportunidade de testar o veículo e comprovamos nas estradas a eficácia do extrapesado MAN, por isso tomamos a decisão de adquirir os veículos”, destaca.
A estratégia a que se refere Martelli é o programa da empresa conhecido como Early Warning Fleet – que consiste em disponibilizar uma frota para operação real, antes mesmo do lançamento do produto. Dessa forma, os veículos são submetidos às condições mais severas de rota, além de diversidade de temperaturas, carga e implemento para que sejam testados e aperfeiçoados. A estratégia se mostra acertada. Assim como a Martelli, diversos clientes que testaram o TGX já adquiriram ou estão em negociação com a MAN Latin America.
Cerca de 80 caminhões já estão atuando no transporte de soja no Estado de Mato Grosso, levando o produto para diversos portos e indústrias do País. Na entrega técnica, realizada em janeiro na fábrica da montadora, em Resende (RJ), motoristas da transportadora Martelli aprenderam a otimizar o consumo de combustível e conheceram todas as tecnologias existentes no caminhão MAN TGX.
Fonte: MAN Latin America

Mercedes-Benz deve lançar ainda em fevereiro novo Actros com motor V8


A Mercedes-Benz está preparando um lançamento inesperado para 2013. A planta da empresa em Juiz de Fora, Minas Gerais, está prestes a lançar o Actros 2655, primeiro caminhão da marca equipado com motor V8. A previsão é que o novo modelo esteja disponível nas concessionárias neste mês, e a rede já está em processo de treinamento.
Com tração 6×4 e motor OM-502 LAV8 que desenvolve potência de 551 cavalos a 1.800 rpm e torque de 2.600 Nm a 1.080 rpm, o modelo foi construído para aplicação rodoviária com configurações especiais como o bitrenzão.
O caminhão chegará ao mercado em um momento propício diante da previsão para uma produção de grãos de 183,3 milhões de toneladas em 2013, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Esse cenário favorecerá o aumento da demanda por caminhões com a configuração compatível ao modelo que será apresentado pela Mercedes-Benz.
Fonte: Brasil Caminhoneiro

VW Constellation 6×6 supera expectativas


O primeiro caminhão protótipo 6×6, baseado no modelo VW Constellation 31.320 com capacidade para até dez toneladas de carga útil em qualquer terreno (QT), foi apresentado ao Exército Brasileiro durante testes da MAN realizados em campo especial da AMAN. Transportando equipamento de artilharia (obuseiro) de seis toneladas, o novo veículo foi submetido a condições severas e reais de operação e apresentou resultados acima das expectativas das autoridades presentes.
O novo chassis foi desenvolvido pela engenharia da fábrica de Resende em conjunto com o BMB e possui configuração especial para atender às necessidades do Exército Brasileiro. Tem capacidade de transpor cursos d’água de até um metro de profundidade, vencer rampas com 60% de inclinação e obstáculos com 30% de inclinação lateral. O veículo também foi aprovado no teste do Exército Brasileiro e subiu com tranquilidade um degrau com mais de 30 centímetros de altura.
A partir do mês de maio, o Exército Brasileiro poderá testar uma unidade própria em suas instalações. Além do transporte de obuseiros em estradas de difícil acesso, o caminhão 6×6 poderá ser utilizado para o transporte de tropas e de material para construção de pontes ou como porta-container.
O caminhão VW Constellation 31.320 6×6 (dez toneladas QT) complementará a linha de produtos militares da MAN Latin America, ao lado dos modelos 15.210 4×4 (cinco toneladas QT) e 13.180 4×4 (2,5 toneladas QT), que será entregue ao Exército Brasileiro no próximo mês de março, produzidos sob medida para atender às necessidades de cada operação.
Fonte: BMB Mode Center

Volare levará “Carona Vip” no Festival Planeta Atlântida


A Volare, principal fabricante brasileira de miniônibus, participa, em parceria com a RBS TV (afiliada da Rede Globo de Televisão), do Planeta Atlântida Rio Grande do Sul, maior festival de música do Sul do País. O evento será realizado nos próximos dias 15 e 16 de fevereiro, na praia de Atlântida, em Xangri-lá, no litoral gaúcho. O Volare foi escolhido como o veículo da ação “Carona Vip” e fará o transporte dos planetários para o camarote do evento.
A Volare colocará à disposição dos planetários quatro unidades do Volare Limousine, o modelo mais sofisticado da marca, com o mesmo conceito veicular aplicado nos automóveis, com acabamento superior. As unidades são equipadas com poltronas modelo Executiva Soft semi-leito, com 1.060 mm de largura, revestidas de couro e apoio para a cabeça em espuma viscoelástica, material capaz de se adaptar à estrutura e à altura do passageiro, acomodando-o com o máximo de conforto.
Com painel de instrumentos e o piso em material que imita madeira, o veículo possui sinalização externa em LEDs, iluminação interna indireta e também feita por LEDs em toda a extensão do salão de passageiros e sistema de ar-condicionado “dutado”, que melhora o direcionamento do fluxo de ar e possui saídas individuais.
Planeta Atlântida
Maior festival do Sul do País, o Planeta Atlântida é realizado desde 1996 na praia de Atlântida, em Xangri-lá (litoral gaúcho) e, a partir de 1998, também em Florianópolis. Nesses quinze anos, mais de dois milhões de pessoas já passaram pelas suas bilheterias para assistir aos shows de grandes estrelas do pop brasileiro e internacional, com atrações musicais para todos os gostos, no palco central e nos espaços paralelos.
Fonte: Volare

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Transportadores consideram aumento do diesel medida equivocada


O segundo aumento anunciado pela Petrobras nos combustíveis causou espanto ao setor transportador. Não apenas pelo repasse nas bombas, mas pela opção da estatal de manter o preço da gasolina estável e elevar o valor do diesel. Anunciado no último dia 12, o reajuste de 6% nas refinarias, o que representa uma alta aproximada de 4% sobre o preço final ao consumidor, começou a ser repassado na segunda-feira (16).
“Nós, empresários, não esperávamos nunca que houvesse agora uma posição do governo para reajuste do diesel. Efetivamente, isso pegou todo o setor desprevenido. Principalmente em função do cenário econômico, com queda nas importações, exportações e na produção de grãos”, explica o vice-presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Newton Gibson.
Para Gibson, a fase é de insegurança com a queda na movimentação de cargas e alerta que os empresários precisarão repassar o novo custo para o preço final do frete. “Não podemos deixar de repassar, porque o combustível tem um percentual alto na composição desse custo”, enfatiza.
O presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas no Estado do Rio Grande do Sul (Fetransul), Paulo Vicente Caleffi, acredita que o frete poderá sofrer um reajuste entre 0,9 e 2% com a alta do combustível. De acordo com ele, as empresas da Região Sul já estão emitindo comunicados aos clientes avisando sobre a transferência dos valores, prevista para iniciar esta semana. “Estamos negociando com os postos de combustível para tentar conseguir o melhor preço, mas o reajuste vai acontecer em conjunto com outros repasses”, revela.
Apesar de já estar valendo, o diesel teve alta de pouco mais de 1% na última semana, segundo levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP). Entre os dias 15 e 21 de julho, o preço médio do combustível foi de R$ 2,078. O menor preço encontrado para o produto comercializado ao consumidor foi R$ 1,779 e, o maior, R$ 2,81. Na semana anterior, o valor do litro era de R$ 2,050, com variação entre R$ 1,739 e R$ 2,80.
Transporte Urbano
No setor de transporte urbano, o repasse dos valores só deve ocorrer no próximo ano, em função do reajuste anual. Entre os meses de abril e maio, os usuários do serviço devem encontrar tarifas até 6,5% mais caras. De acordo com o presidente da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), Otávio Vieira da Cunha Filho, o impacto no setor chegará a R$ 450 milhões por ano – o que representa cerca de 1,5% no custo do serviço. “Este 1,5% vai se somar a defasagem existente em cada cidade. Normalmente os reajustes anuais têm se situado no patamar de 5%. Então vamos somar a esse reajuste o impacto do diesel”, adianta.
“A gente lamenta que tenha havido aumento no diesel e não na gasolina. O diesel interfere no custo Brasil, já que todos os bens, mercadorias e pessoas são transportadas em cima de pneus – veículos que consomem óleo diesel. Isso resulta em um impacto direto no custo das mercadorias e vai trazer ônus para as pessoas, certamente”, finaliza.
Fonte: Agência CNT de Notícias

Governo aumenta preços dos combustíveis


A Petrobras anunciou alta do preço da gasolina de 6,6% na refinaria e do diesel em 5,4% a partir de quarta-feira (30), em um movimento amplamente esperado pelo mercado diante da defasagem dos valores dos combustíveis no país em relação às cotações internacionais.
O reajuste provavelmente não eliminará a defasagem, mas dará fôlego para a Petrobras desenvolver seu bilionário plano de investimentos.
“Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo”, afirmou a estatal em comunicado nesta terça-feira (29).
A defasagem dos valores dos combustíveis foi um dos fatores que prejudicou os resultados da Petrobras em 2012 – entre abril e junho passado, a empresa teve o primeiro prejuízo trimestral em mais de 13 anos.
Ao longo de boa parte de 2012, a defasagem da gasolina da Petrobras vendida nas refinarias na comparação com o mercado norte-americano, uma referência internacional, esteve acima de 20%, com o governo – controlador da empresa – temendo o impacto de um aumento do combustível na inflação.
Em aumentos dos combustíveis em 2011 e 2012, o governo compensou a alta com redução de taxas, o que não será mais possível, uma vez que a Contribuição de Intervenção sobre o Domínio Econômico (Cide) está zerada para o diesel e a gasolina.
Os reajustes deverão ser repassados aos consumidores e, ainda que não integralmente, deverão ter impacto na inflação.
“O impacto na bomba é menor, é amortecido pela mistura de biocombustíveis, no caso da gasolina, o álcool, e no caso do diesel, o biodiesel”, afirmou à Reuters o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), Alisio Vaz.
A gasolina recebe atualmente uma mistura de 20% de etanol, enquanto a do biodiesel no diesel é de 5%.
Vaz disse ainda que o impacto do aumento pode ser amenizado por eventuais mudanças nas margens de distribuição e comercialização de cada distribuidora.
Segundo ele, cada distribuidora pode mexer em sua margem para repassar esse valor em um percentual maior ou menor, e por isso é difícil calcular qual será o nível de repasse de preço.
“Um aumento de reajuste na refinaria normalmente não chega nos mesmos percentuais aos postos. Normalmente, são ligeiramente inferiores”, afirmou ele.
O Banco Central (BC) estimou na semana passada que os preços da gasolina subiriam cerca de 5% neste ano ao consumidor final. Ao mesmo tempo, o BC espera que os preços das tarifas residenciais de energia elétrica caíam ao redor de 11%.
“O governo promoveu uma transfusão de sangue da Eletrobras para a Petrobras, baixando os preços da energia para promover um aumento da gasolina”, disse o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, que prevê impacto na bomba de 4% para a gasolina, aproximadamente.
O BC tem mostrado cada vez mais preocupação em 2013 com a inflação, que continua pressionada e pode colocar em xeque a atual política monetária de manutenção, por vários meses, da taxa básica de juro Selic na mínima histórica de 7,25% ao ano.
Segundo Pires, os percentuais de reajuste dos combustíveis e a data do anúncio vieram dentro do esperado. Isso porque, segundo ele, o balanço da estatal do quarto trimestre de 2012 não é muito promissor.
“É para dar uma alegria ao mercado, antecipando um resultado do quarto trimestre fraco na próxima segunda-feira.”
O aumento da gasolina e do diesel deverá provocar uma geração de caixa mensal de R$ 600 milhões a R$ 650 milhões por mês para a Petrobras, segundo cálculo do CBIE.
Etanol
Se o etanol amortece um pouco a alta no preço da gasolina, o aumento do combustível fóssil também abre caminho para usinas de cana elevarem os valores do biocombustível.
O governo não havia anunciado até a noite de terça-feira nenhuma medida compensatória ao setor sucroalcooleiro na tentativa de evitar uma alta do preço do etanol na esteira do aumento da gasolina.
O preço da gasolina tem atuado, nos últimos anos, como um teto para o valor do etanol.
De acordo com a estatal, os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado, não incluem os tributos federais Cide e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS.
Situação em Curitiba
No dia 16 de janeiro, o presidente do Sindicombustíveis, Roberto Fregonese, disse à Gazeta do Povo que, se o preço subisse 7% na refinaria, subiria em torno de R$ 0,19 por litro na bomba em Curitiba.
Segundo a pesquisa mais recente da ANP, na semana passada o preço médio da gasolina em Curitiba era de R$ 2,82 por litro, variando de R$ 2,70 a R$ 3,28. Na verdade, entre os 94 postos pesquisados pela agência, apenas um cobrava mais de R$ 2,90 – um estabelecimento com bandeira da Cosan que fica na Rua Professor João Soares Barcelos, 3716, no bairro Boqueirão, e estava cobrando R$ 3,28.
Como o preço médio cobrado pelas distribuidoras aos postos era de R$ 2,39, a chamada “margem de revenda” dos estabelecimentos de Curitiba era de R$ 0,43 por litro. Esse lucro refere-se apenas à diferença entre o que o posto paga à distribuidora e o que cobra dos clientes – não inclui, portanto, receitas com outros produtos e despesas com aluguel, funcionários e outros.
Fonte: Gazeta do Povo